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IBM ingressa no Fórum SBTVD de olho na interatividade

A notícia publicada hoje, somente denota aquilo que vem sendo anunciado a tempos: o mercado mundial está de olho no lançamento do SBTVD. Segue a noticia.

IBM ingressa no Fórum SBTVD de olho na interatividade
Publicado em Convergência Digital – Coluna Circuito ( Por Cristina de Luca ) – 20/07/2009 14:03

O Fórum SBTVD anuncia nesta segunda-feira, 20/07, o ingresso da IBM e da Intel em seus quadros. A adesão da Intel não é de hoje. Data do primeiro trimestre. Foi anunciada no início de fevereiro pelo próprio presidente do Fórum, Frederico Nogueira, que na época ressaltou a importância da empresa para a mobilidade. De fato, a TV digital é uma das principais apostas da fabricante no mercado de tecnologia embarcada na América Latina.

Mas, na verdade, quem mais anda comemorando a adesão de Intel e da IBM ao Fórum é o pessoal da área de software, envolvido com o desenvolvimento da interatividade através do Ginga. A Intel é parceira da Sun no desenvolvimento do Ginga-J e sua otimização para os chips da empresa.

Já a IBM anda de olho na convergência interatividade/conectividade. Não à toa, Cezar Taurion, gerente de novas tecnologias da IBM, fez questão de ressaltar as duas tendência, ao comentar o ingresso da Big Blue no Fórum.

Segundo Taurion a companhia pretende contribuir também com a grande experiência que possui em desenvolvimento de aplicações. “Acreditamos que podemos trazer nosso know how de pelo menos 50 anos na indústria de software. Questões de qualidade, estratégias e ferramentas para desenvolvimento de aplicações e testes, gestão do ciclo de vida dos softwares são parte do nosso DNA. E isso tornará nossa contribuição bem positiva”, avalia.

O peso de mercado de duas empresas com presença mundial também contribuirá, sem sombra de dúvida, para o foratalecimento do padrão nipo-brasileiro no cenário internacional. As duas conhecem bem o mercado brasileiro e o seu potencial para alavancagem de tecnologias na América Latina. Razões que explicam e justificam o entusiasmo do Fórum em anunciá-las como membro, especialmente neste momento em que a legalidade de todo o processo de implantação na TV Digital no país é, mais uma vez, questionada.

SBTVD em Moçambique?

Publicado em Convergência Digital ( Por Luís Osvaldo Grossmann ) – 21/07/2009

Longe de pensar nos problemas de constitucionalidade, o Minicom festejou nesta terça-feira, 21/07, as negociações com o governo de Moçambique para que o país africano adote o SBTVD. A idéia, segundo Hélio Costa, é que o sistema seja implantado no país antes da Copa do Mundo de 2010. Para isso, um grupo de trabalho com técnicos dos dois países começará a trabalhar no assunto a partir da segunda quinzena de agosto.

“Haverá financiamento do BNDES, dentro da linha de crédito já existente de R$ 1 bilhão. Como as empresas no Brasil têm utilizado capital próprio, o BNDES tem dinheiro sobrando para isso”, afirma Costa. O dinheiro deve ser utilizado para a compra de equipamentos pelas quatro emissoras moçambicanas e segue o padrão de negociação utilizado com os vizinhos sul-americanos. O Chile, por exemplo, está interessado na compra de 10 transmissores via créditos do BNDES.

Minicom garante constitucionalidade e descarta impacto na implantação do programa

E vem a Resposta do Governo…


TV Digital: Minicom garante constitucionalidade e descarta impacto na implantação do programa
Publicado em Convergência Digital ( Por Luís Osvaldo Grossmann ) – 21/07/2009

O Ministro das Comunicações, Hélio Costa, das Comunicações, Hélio Costa, não acredita no sucesso da ação que questiona, no Supremo Tribunal Federal, a constitucionalidade do Decreto 5820/06, que instituiu o modelo da TV Digital no Brasil. A ação, apresentada em 2007 pelo PSOL, ganhou o reforço da Procuradoria Geral da República, que também considera a regra inconstitucional.

Para a PGR, o decreto é inconstitucional porque fere o artigo 223 da Constituição Federal ao dar aos radiodifusores a possibilidade de explorar um novo serviço, sem a devida autorização do Congresso Nacional e ao renovar o período de concessão, também sem manifestação do Legislativo.

Para o ministro Hélio Costa, há incompreensão do processo de transição. Segundo ele, trata-se meramente de uma mudança de tecnologia e não da criação de um novo serviço. Além disso, insiste que a consignação de canais adicionais de 6MHz para as empresas não implica em aumento da concessão.

“O Decreto foi cuidadosamente elaborado para evitar a superposição de frequências. A consignação é um empréstimo do canal, exatamente para não prejudicar o telespectador, que vai continuar assistindo a TV analógica até que resolva ou tenha condições de trocar de equipamento”, sustenta. “O que não estão entendendo é que se trata de um processo de transição da tecnologia”, completa.

Costa disse que vai visitar o ministro Carlos Ayres Britto, relator da Adin do PSOL, e explicar a posição do governo. Segundo ele, a implantação da TV Digital no país segue o ritmo normal. Ele descarta que o processo tenha implicações na transição para o novo sistema. “Até agora não houve nenhum impacto político, comercial ou com os países que estão estudando a adoção do Sistema Brasileiro de TV Digital”, afirma.

Técnicos do Minicom sustentam ainda que a manifestação do Ministério Público é apenas uma opinião sobre o assunto. Além disso, entendem que na ação que tramita no STF não há questionamento sobre o padrão adotado pelo país. Ou seja, a tecnologia em si não está em jogo. Mais do que isso, acreditam que até o caso ser levado efetivamente a julgamento, será inviável reverter todos os investimentos feitos para a adaptação da radiodifusão ao sistema digital.

E o Canal de Retorno?

Canal de Retorno ( ou Interatividade) é rresponsável por permitir a comunicação bidirecional, ou seja, através do mesmo o telespectador pode interagir com a programação. Como isso é realizado? Pelos mais diversos meios ou tecnologias de comunicação, onde o retorno pode ser desde um SMS enviado pelo telespectador para a emissora até uma conexão de internet acoplada ao Set-Top-Box.

O conceito citado acima é o mais “genérico” e amplamente falado, porém alguns setores do Governo planejam padronizar o meio de comunicação utilizado pelo canal de retorno , tanto que empresas interessadas apoiam as iniciativas para tal padronização.

Agora o fantasmagórico leitor se pergunta: Igor inventou isso? Não…Ele leu a coluna da Cristina de Luca na No site Convergência Digital . Abaixo a Reprodução da coluna:


TV Digital: Articulações para uso de WiMAX 700 MHz como canal de retorno avançam
Publicado em Convergência Digital – Coluna Circuito ( Por Cristina de Luca ) – 01/07/2009 18:05

Ministério da Ciência e Tecnologia e a Casa Civil trabalham na elaboração de um White Paper, a ser apresentado ao WiMAX Fórum, em setembro, a tempo de ser apresentado na WiMAX Conference, no fim de outubro, em Taiwan, descrevendo o modelo proposto e a viabilidade de desenvolvimento e produção de um chip a ser embarcado no conversor para uso do WiMAX em um sistema de canal de retorno RF-Intrabanda para a TV Digital.

Por conta disso, a Casa Civil, na figura de seu assessor especial da ministra Dilma, André Barbosa, já iniciou as discussões no âmbito do Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (ProTIC). O intuito é assegurar recursos públicos para a criação de um consórcio de universidades brasileiras interessadas em desenvolver a tecnologia no menor espaço de tempo, com maior qualidade.

“Queremos fazer com essa questão do canal de retorno o mesmo que já fizemos com outros aspectos da TV Digital, mobilizando as universidades e centros de pesquisa do país”, explica.

Esse consórcio, segundo André Brabosa, tem grandes chance de ser apoiado pelo WiMAX Fórum, do qual participam grandes empresas como a Motorola, a Intel, etc. Tudo dependerá do quanto o Brasil avançará na proposição até setembro.

“Acreditamos que temos condições técnicas de resolver essa questão, provar que há viabilidade para o desenvolvimento e escala para produção”, atesta André Barbosa.

Já faz algum tempo que o WiMAX Fórum decidiu apoiar o desenvolvimento de produtos para a frequência de até 700 MHz. A idéia é expandir as possibilidades de padrões tecnológicos abrindo, assim, novas oportunidades de mercado. Nos últimos meses as discussões passaram a incluir também a possibilidade de uso da faixa de 400 MHz a 1 GHz (que engloba as frequências dos canais de televisão UHF).

Também já há algum tempo o WiMAX Fórum anunciou planos de ter um laboratório de certificação credenciado no Brasil, a exenplo do que já acontece em outros países da Europa e da Ásia.A Casa Civil já arregaçou as mangas. Resta saber o quanto de apoio terá na empreitada.

Sabe-se que um primeiro rascunho do paper já está circulando entre membros da equipe inicial do projeto que, sabidamente, envolve pesquisadores da USP e Unicamp, com apoio da Intel.

Em tempo: Essa coluna é muito boa !!!

TV Digital: publicação da norma Ginga-J pela ABNT, só em agosto

Mais uma da Coluna Circuito

Esta é a última semana para votação no site da ABNT -Associação Brasileira de Normas Técnicas, do 2º Projeto 00:001.85-006/4, sobre codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital terreste, referente ao Ginga-J, em processo de consulta pública desde meados de junho.

O prazo para votação e submissão de comentários termina nesta sexta-feira, 17/07. E como o processo de avaliação das contribuições recebidas sempre demora um pouco, antes de agosto a Comissão de Estudo da ABNT não deverá se manifestar a respeito.

Dedos cruzados, quem já possui produto no forno aderente às especificações submetidas à consulta pública, torce para que a publicação da norma, que receberá o número ABNT NBR 15606-4, aconteça mesmo em agosto. De preferência, antes do dia 26, quando acontece em São Paulo, a exposição “Broadcast & Cable”, realizada junto com o congresso “SET 2009″, principais eventos de Engenharia de Televisão, Rádio e Telecomunicações da América Latina. Vitrine de tudo o que movimentará o setor em ano de Copa do Mundo, maior indutor de negócios em diferentes segmentos.

Tudo vai depender da quantidade e da natureza das contribuições enviadas. Mas a expectativa é a de não deverão ser muitas nem tão relevantes, dado o exaustivo e minucioso trabalho de elaboração da especificação por parte do módulo técnico do Fórum SBTVD.

Em tempo: Quem esta Esperando o lançamento pra poder liberar seu produto deve ter “adorado” esta Noticia.

E a Multiprogramação?

Este é mais um grande Entrave relacionado a Televisão Digital, porém ao contrário dos outros problemas relacionados a Normas, padrões e etc… Este problema tem muito haver com a vontade do Governo Brasileiro e as emissoras de TV que fazem lobby a favor da proibição. Abaixo a matéria intitulada “O fim dos impérios ? ” ( publicada no Blog da ITV) Que discorre brilhantemente sobre a multiprogramação e a briga relacionada ao assunto.

O fim dos impérios?
Publicado por Valdecir Becker

A Abra, associação dissidente e concorrente da Abert, entrou na justiça ontem contra a proibição da multiprogramação, feita pelo Ministério das Comunicações. É mais um passo na tentativa de buscar um acordo para aumentar o número de canais e a opção de conteúdos na TV digital. A Globo está isolada na defesa do mercado atual, uma vez que Abril, Band, Record e RedeTV se posicionaram publicamente contra a proibição. Vale lembrar que o presidente da Abra é Frederico Nogueira, vice-presidente do Grupo Bandeirantes e presidente do Fórum do SBTVD.
Toda essa discussão me remeteu ao professor NIcholas Negroponte, que em 1990 escreveu no livro A Vida Digital:

Os impérios monolíticos de meios de comunicação estão se dissolvendo em uma série de indústrias de fundo de quintal. Os atuais barões das mídias irão se agarrar a seus impérios centralizados amanhã, na tentativa de mantê-los. As forças combinadas da tecnologia e da natureza humana acabarão por impor a pluralidade com muito mais vigor do que quaisquer leis que o congresso possa inventar.

Parece profecia. Enquanto o setor de radiodifusão racha na discussão sobre a multiprogramação, as tecnologias convergentes que trazem a internet para a TV e a TV para a internet não estão nem um pouco preocupadas com o que a lei permite e o que ela bloqueia. Simplesmente criam seu mercado, onde não há espaço para mídias de massa e publicidades que usam um canhão para acertar um passarinho (típico da televisão aberta).

Acima de toda essa discussão está em debate não a multiprogramação, mas a capacidade das TVs de se posicionarem diante desse novo cenário e com que mentalidade seus executivos irão enfrentar essas mudanças.

Ginga CDN- Ginga Code Development Network

Apresentado na hora Ginga do fisl 10 por Guido Lemos, O Ginga CDN é mais uma brilhante sacada da turma que desenvolveu o Ginga com o objetivo de abrir um acesso livre às tecnologias relacionadas ao desenvolvimento do middleware Ginga, com o intuito de beneficiar empresas que atuam na área, aumentando sua competitividade para disputar espaço no mercado nacional e internacional de desenvolvimento de software embarcado para TVD. Este projeto denota a perfeita integração da Academia com o Mercado , visando beneficiar a população brasileira, tanto que agora já podemos dizer que a interatividade no SBTVD já esta tomando uma “cara”, ou seja, em um formato menos abstrato.

A GingaCDN tem uma filosofia de desenvolvimento distribuído e colaborativo de software e da oferta de um ambiente de transmissão e recepção de Televisão Digital de baixo custo para testar e difundir os componentes desenvolvidos nesta rede. A GingaCDN é uma rede aberta, formada inicialmente pelos parceiros desse projeto, mas serão aceitos novos membros de qualquer parte, que desejem colaborar. Quais são os parceiros? UFPB, PUC-Rio, EPUSP, UFC, CEFET-CE, UFSCAR, UFRGS, DIMAp – UFRN, DCA- UFRN, UERN, PUC-Minas Poços de Caldas, UNIFACS, UFPel e UFG. Quer maior respaldo que essas universidades?
Segundo a Coluna Circuito( Por Cristina de Luca), as primeiras tarefas dessas instituições serão:

1. Estabelecer uma arquitetura base de referência para implementação de componentes para o middleware Ginga e um ambiente de desenvolvimento de baixo custo (baseado em computador pessoal) para execução e testes de componentes e aplicações para TV Digital;
2. Estabeler um rede de desenvolvimento distribuído para esses componentes através, inicialmente, dos parceiros contratos para o projeto (as 13 instituições) e, no futuro, agregar colaboradores de outros países que utilizem o middleware Ginga ou padrões com ele compatíveis, além de empresas brasileiras ou estrangeiras interessadas em atuar no mercado de desenvolvimento de middleware e aplicações para TV Digital;
3. Divulgar e evoluir a tecnologia Ginga, a curto prazo, para implantação do SBTVD.

Parabéns aos idealizadores e membros integrantes deste grupo.ah!! E Como diz o Amigo Marcel Almeida: ” Quero ver o que mais o Guido vai inventar ” :) .

Em tempo: Vamos dar a Cezar o que é de Cezar : Este Post foi escrito com Base ( e até trechos ) do Site Ginga CDN e a Coluna Circuito ( escrita por Cristina Luca ) da convergência digital

TV Digital revoluciona maneira de assistir televisão

Matéria exibida no jornal da globo em 10/07/2009 . Para quem ler o blog não existe novidade nesta matéria , porém a matéria foi muito bem feita e logicamente sempre ajuda no entendimento do que é a televisão digital

Link da materia:
http://g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,MUL1224980-16021,00-TV+DIGITAL+REVOLUCIONA+MANEIRA+DE+ASSISTIR+TELEVISAO.html

EUA encerram transmissões da TV analógica em todo o país

Será que aqui vai ser assim?

EUA encerram transmissões da TV analógica em todo o país
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 12 de junho de 2009 às 12h56

Com a medida, cerca de 3 milhões de residências norte-americanas ficarão sem sinal de televisão, diz pesquisa da Nielsen.

Nesta sexta-feira (12/6), serão encerradas as transmissões da TV analógica dos Estados Unidos. A medida deixará cerca de 3 milhões de residências sem poder assistir televisão no país, de acordo com dados da Nielsen, empresa que mede a audiência de diversos programas e emissoras norte-americanas. Os mais afetados, de acordo com a Nielsen, são os moradores da área rural e de renda mais baixa.

A princípio, o governo norte-americano pretendia fazer a transição da TV analógica para a TV digital em fevereiro deste ano, mas como existiam mais de 5 milhões de residências despreparadas para a transição naquele momento, a data foi adiada para junho.

Para incentivar a adoção da tecnologia, o governo distribuiu vários cupons no valor de 40 dólares para que as pessoas comprassem os conversores que habilitam a exibição da TV digital em aparelhos comuns. Em lojas como a BestBuy, um conversor simples custa aproximadamente 50 dólares.

O fim da TV analógica também abriu uma oportunidade para as empresas de TV paga dos EUA. Muitas delas acreditam que os consumidores, desprovidos de sinal de TV, vão “morder a isca” e pedir a instalação um pacote de TV por assinatura – via cabo ou satélite -, segundo informações do jornal especializado em negócios e notícias econômicas “Wall Street Journal”.

link da noticia: http://idgnow.uol.com.br/telecom/2009/06/12/eua-encerram-transmissoes-da-tv-analogica-em-todo-o-pais/

TV pela internet venceu a TV interativa

A Afirmativa titulo deste post foi dita por Silvio Meira ( dispensa Apresentações ) no PodCast do IDGNow. Particularmente acredito que o Silvio meira não esteja considerando alguns pontos importantes, porém sua opinião esta condizente com a Realidade do Momento.

Para ouvir o podcast completo basta ir no IDGNow

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